Escrito por Leila Andrade 11:00 AM
Teima o tempo em minhas mãos
De flores e terras esquecidas
Há sempre uma semente que cura
Basta entender
Escrito por Leila Andrade 12:00 PM
caminho feito de somas
restos deixados
temperamento do tipo tardio
no final
sempre folhas verdes
e novas
Escrito por Leila Andrade 11:11 AM
o dia começa
e os olhos tão dispersos
acompanham cada gesto cotidiano
perceber do silêncio
as linhas do tempo
nuvens do céu
o que restou no chão
basta
Escrito por Leila Andrade 10:50 AM
Escrito por Leila Andrade 9:06 PM
os sons são estes os que nos rondam
impregnados de indecisões
quase maledicentes
uma janela que se abre a qualquer céu
sujeita-se aos vermelhos estonteantes do mundo
nesta terra de ninguém
somos donos dos vazios e, no mergulho
daquele mar, permanecemos repletos de outros sons
habitantes do canto mais profundo
do entardecer nosso de cada dia
Escrito por Leila Andrade 4:00 PM